Comédias da Vida Pública

     

27.12.07

 
Amigo Secreto... Pessoal da Escola!



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21.12.07

 
Festa de Final de Ano da Empresa!





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20.9.07

 


Desabafo de um marido desolado...

Minha mulher e eu temos o segredo para fazer um casamento durar:
Duas vezes por semana, vamos a um ótimo restaurante,
com uma comida gostosa,
uma boa bebida e um bom companheirismo.
Ela vai às terças-feiras e eu, às quintas.
Nós também dormimos em camas separadas:
a dela é em Fortaleza e a minha, em SP.
Eu levo minha mulher a todos os lugares,
mas ela sempre acha o caminho de volta.
Perguntei a ela onde ela gostaria de ir no nosso aniversário de casamento,
"em algum lugar que eu não tenha ido há muito tempo!" ela disse.
Então, sugeri a cozinha.
Nós sempre andamos de mãos dadas...
Se eu soltar, ela vai às compras!
Ela tem um liquidificador, uma torradeira e uma máquina de fazer pão, tudo elétrico.
Então, ela disse: "nós temos muitos aparelhos, mas não temos lugar pra sentar".
Daí, comprei pra ela uma cadeira elétrica.
Lembrem-se: o casamento é a causa número 1 para o divórcio.
Estatisticamente, 100 % dos divórcios começam com o casamento.
Eu me casei com a "senhora certa".
Só não sabia que o primeiro nome dela era "sempre".
Já faz 18 meses que não falo com minha esposa.
É que não gosto de interrompê-la.
Mas, tenho que admitir: a nossa última briga foi culpa minha.
Ela perguntou: "O que tem na TV?"
E eu disse: "Poeira".

Luís Fernando Veríssimo


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7.8.07

 


:: Que vida boa... ai ai ai... que vida boa::


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23.7.07

 


Hoje eu tenho 22 anos. E uma vontade imensa de ter filhos.
Tenho a minha casa, meu marido, e sempre considerei a possibilidade de ter filhos. Acho que é mesmo um dom a maternidade.

Desde pequena, brincava de boneca e era sempre mãe de duas ou tres bonecas, tinha as amigas que eram as donas da lojinha, professoras... mas eu era sempre mãe.
Para ter filhos é preciso ser MÃE! É preciso gestar, parir e criar (ou não)... e eu não vejo em nenhuma das etapas nada que realmente me faça pensar que não ter filhos valha a pena. Nada me convence que ter a minha casa sempre em ordem e ter sempre tempo pra sair e viajar seja melhor do que por no mundo um um pedaçinho de gente, a quem vou amar mais que a mim mesma. Eu penso em gastar meu dinheiro em fraldas e meu tempo ensinando um bebê a comer sozinho, e eu acho o máximo. Ter que viver só pra mim a vida inteira ia ser a minha maior decepção.

É claro que bate aquela indecisão: "será que é o momento? será que estou preparada?" várias perguntas! Fico pensando nas festas que vou deixar de ir, nas noites em claro, na grana... é muita coisa! Mas ai penso nas coisas boas, nas emoções boas... e acho que tudo vale a pena.

Mas ser mãe tem que ser uma 'decisão', não um susto. Porque o 'instinto maternal' não é universal, tem gente que prefere ter dois gatos persas a um filho. E filho é uma decisão irreversível, não dá pra ignorar um filho após gesta-lo na barriga durante nove meses... mas duvido que qualquer mulher minimamente normal consiga deixar de amar um filho depois disso. E é assim, ou você tem filhos ou não tem, não tem meio termo.


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12.6.07

 


A gente sente... só sente! Não dá explicar muito menos entender o amor, sentimento que aceita quase tudo... mas não admite rivalidade.
É como que se de repente parte do nosso coração passasse a bater fora da gente, é como se sentir repartido no meio, é se sentir invadido por outro ser ¿ e digo isso no melhor dos sentidos ¿ é ser inundado por um turbilhão de sentimentos!



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8.5.07

 




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2.4.07

 


Intimidade

Fora todos os demais acontecimentos, o mais incrível no casamento é o grau absurdo de intimidade que você atinge, em tão pouco tempo, com um desconhecido. Desconheço eu qualquer outro tipo de relação humana semelhante ao casamento. Tenho intimidade com meus pais - que me puseram no mundo, meus irmãos - que vi crescer e alguns outros, que já estavam intrínsecos em mim desde que me lembro de me lembrar de alguma coisa.
Assim, tem muitas outras coisas, mas pra essas você chega mais ou menos preparado... como dormir junto todos os dias, isso é muito bom. Mas ver um outro ser, no meu caso espantosamente jovem na minha vida (jovem na minha vida mesmo... e não jovem no sentido de ser uma pessoa com pouca idade), comer, beber, roncar, andar de cueca, ver TV, escovar os dentes, acordar de manhã com a cara toda amassada, entre outras peculiaridades cotidianas estranhamente cometidas também por mim. Imagino que deva ter o mesmo impacto pra ele.
Eu diria que o casamento é estressantemente maravilhoso! Eu não tenho certeza, mas acredito que é uma coisa que mesmo que você se prepare a vida toda - e digo mesmo que, pois raramente acontece - você nunca vai estar de verdade preparado, e nunca vai se poupar de ser constantemente surpreendido. E e aí que está, com efeito, toda a graça.


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29.3.07

 


"Porque eu faço samba e amor até mais tarde eu tenho muito sono de manhã!" (Chico Buarque)


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28.3.07

 

:: Só o silêncio pode explicar certas coisas ::


O tempo passa e a gente percebe que o amor vai bem mais além dos beijos, dos abraços e carinhos! Vemos que amor é atenção, compreensão, companheirismo, parceria, ajuda, afeto, tolerância, é saber conversar, e conversar muito, é conhecer, querer bem... é entender o outro por inteiro, é amar por completo!
E que às vezes é preciso deixar ir, que o silêncio é necessário, que dizer "eu te amo" pode não bastar, que um olhar, um sorriso valem mais que mil palavras! E que de repente não queremos mais tudo que esperamos a vida toda, agora queremos outras coisas... descobrimos que ficar em casa também pode ser divertido, achamos graça em pedir pizza juntos, em lavar louça juntos, tomar sorvete juntos...

Te amo pra sempre!


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Não se preocupe em entender. Viver ultrapassa todo entendimento. (Clarisse Lispector)

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